Alcance crescendo, redes sociais bem posicionadas, anúncios rodando e contatos chegando.
Tudo isso é importante. Mas o empresário não investe em marketing apenas para ter métricas bonitas. Ele busca vendas, retorno e previsibilidade de receita.
As notícias que selecionei hoje mostram por que essa conexão precisa estar no centro da gestão.
A inflação caiu. Isso significa que o cliente vai comprar mais?
O IBGE divulgou, em 11 de setembro, uma queda de 0,32% no IPCA de agosto. O bônus de Itaipu, que reduziu as contas de energia elétrica, teve participação decisiva nesse resultado.
Fonte: IBGE via Agência Gov — 11/09/2026 →É uma notícia positiva. Mas existe uma diferença entre o índice de preços melhorar e o cliente decidir comprar.
Esse alívio pode permitir uma nova compra. Também pode ser usado para pagar uma dívida ou cobrir outra despesa.
Por isso, eu não trataria essa notícia como garantia de recuperação das vendas.
"Dentro da empresa, precisamos entender o que está impedindo a decisão: orçamento, prioridade, insegurança, falta de clareza na proposta ou um atendimento que não acompanha o cliente."
O mercado explica parte do cenário. Não explica sozinho o resultado da operação.
Até quem vende produtos essenciais precisa rever suas previsões
A Kroger, rede de supermercados dos EUA, reduziu sua previsão anual de crescimento das vendas comparáveis, sem combustíveis, de 1–2% para 0,2–0,8%. A empresa manteve sua previsão de lucro.
Fonte: Kroger e Reuters — 11/09/2026 →Minha leitura é simples: ter clientes chegando não significa que eles estejam comprando mais ou voltando com a mesma frequência.
Isso também acontece em empresas menores. O WhatsApp recebe contatos, mas parte fica sem resposta. A proposta é enviada, mas não existe acompanhamento. Novos clientes chegam, enquanto quem já comprou vai sendo esquecido.
O empresário olha para o faturamento e percebe que algo não acompanha o investimento. Mas, sem conectar os dados, não consegue localizar o problema.
Então aumenta a mídia, quando talvez precise melhorar a conversão ou recuperar a recompra.
— Aline Boa Sorte, Grow.ARNão estou dizendo que marketing não funciona. Estou dizendo que ele precisa estar conectado ao que acontece depois do primeiro contato.
A inteligência artificial está mudando a descoberta de produtos
Em uma projeção publicada em julho, a Salesforce estima que 20% do tráfego do e-commerce nas festas de 2026 venha de agentes de IA — assistentes de consumidores e outros agentes automatizados. Não representa apenas compradores prontos para fechar negócio.
Fonte: Salesforce — 20/07/2026 →É uma previsão, não um resultado já observado. E vem de uma empresa que vende soluções relacionadas ao tema.
Ainda assim, ela levanta uma questão importante: nem toda visita representa uma oportunidade comercial.
Se a forma de pesquisar e comparar está mudando, precisamos olhar além do tráfego. Precisamos saber quais contatos avançam, quais compram e quais geram receita novamente.
"Ser visto continua importante. Ser compreendido e escolhido é o que aproxima a empresa da venda."
Faturamento é consequência de uma operação conectada
Para mim, o ponto comum dessas notícias não é que o cliente parou de comprar.
Não podemos tratar toda visita como demanda, toda demanda como venda e toda venda como receita previsível.
Precisamos conectar marketing, atendimento, comercial e dados. Entender onde as oportunidades se perdem e onde existe potencial de crescimento — inclusive na base de clientes que a empresa já possui.
É nessa conexão que trabalhamos na Grow.AR. Marketing para vender. Dados para crescer.
— Aline Boa Sorte, Grow.ARSe sua empresa investe em marketing, tem presença digital e recebe contatos, mas ainda não consegue enxergar retorno e previsibilidade, entre em contato com a gente.
Vamos avaliar sua operação, entender os desafios e verificar se sua empresa tem o perfil para ser ajudada pelo nosso método.